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Edith Vasconcellos de Andrade Marinho
Edith, cursou física na USP e nos primeiros anos de estudo na faculdade se interessou pelos estudos da astrofísica
Trabalhou no Instituto Astronômico Geofísico – IAG e também estudou sobre os aglomerados de galáxias.
Depois de concluir este curso, trabalhou no INPE por 20 anos, tendo feito mestrado em Ciências Espaciais e doutorado na área de Efeito Estufa.
Ela nos mostra através deste texto, como o Brasil se torna cada dia mais e mais solidário. |

A Egrégora de Ajuda
Egrégora é uma palavra que não está presente nos dicionários comuns, porém pode ser definida como uma mente superior que nasce da fusão de duas ou mais mentes afinadas que trabalham e cooperam em harmonia procurando atingir um objetivo único.
Para melhor compreensão desta mente superior darei um exemplo que acredito seja conhecido de todos: três homens célebres pelas realizações que conseguiram nos seus respectivos campos de ação econômico, comercial e profissional. São eles Henry Ford, Harvey Firestone e Thomas Edison. Os dois primeiros são bem conhecidos devido às respectivas indústrias que levam seus nomes: Ford (carros) e Firestone (pneus). Destes três o menos conhecido, pelo nome, provavelmente é Thomas Edison, que é conhecido pelas suas fantásticas invenções dentre as quais a mais importante é a lâmpada elétrica (após cerca de mil tentativas frustradas ele produziu a luz em um filamento metálico sob vácuo dentro de um bulbo de vidro). Estes três homens foram amigos íntimos e tinham por hábito ir para o campo uma vez ao ano para descansar, meditar e se recuperarem. Uma outra egrégora poderosíssima foi formada por Jesus Cristo e seus apóstolos. Acredito que vocês já estão pensando em vários outros exemplos de egrégoras: um casal harmonioso, curadores prânicos meditando; no seu serviço com seus colegas. A egrégora também pode ser “negativa” como por exemplo alcoólatras bebendo em um bar.
Milhares ou milhões de brasileiros estão cada vez mais se unindo para ajudar os mais pobres, os idosos, os doentes. Esta é uma egrégora maravilhosa que está impulsionando o nosso país mais para frente. Cada vez mais as pessoas se conscientizam que: “É dando que se recebe” ou “Aquilo que der, receberá”. São tantas as campanhas, entidades e pessoas trabalhando para acabar com a fome, as doenças e a pobreza no país resultando em uma terceira mente (egrégora) poderosíssima. É realmente espetacular ver este fenômeno. As pessoas não apenas dão bens materiais, mas também dão serviço: 54% jovens no Brasil querem ser voluntários e 83 milhões de brasileiros querem ser voluntários.

Pontos de Vista Anteriores
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Pedro Ernesto Quina de Siqueira Jr.
Pedro Ernesto Quina de Siqueira Júnior, 37 anos, professor universitário e consultor em TI, graduado em Tecnologia em Processamento de Dados e pós graduado em Engenharia de Software e Neurolinguística, atua hoje como professor de Programação Orientada a Objeto e Banco de dados, realizando consultoria em empresas do Vale do Paraíba em desenvolvimento WEB e Qualidade de Software e também é Instrutor do Curso Básico de Terapia Prânica. Pedro comenta um pouco sobre a Competitividade x Responsabilidade Social nas empresas.
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Competitividade
A competitividade hoje em dia é algo que ouvimos e passamos a conviver em nosso dia a dia. Podemos vê-la de vários pontos de vista, mas vamos utilizar duas visões macro bem simples: sadia e não sadia.
Quando nos vem algo sobre competitividade na maioria das vezes o foco é dado em como superar um possível concorrente seja ele de mercado, no esporte ou qualquer outro tipo existente.
Ao entrarmos em uma empresa, esta tem seus objetivos e metas na maioria das vezes baseadas em uma competitividade, mas internamente infelizmente o termo competitividade passa ser entre os próprios funcionários, equipes, setores e etc .
Procurando romper com esse tipo de postura, é que as empresas ou as pessoas deveriam procurar meios para desenvolver suas habilidades para ajudar, ser prestativo, educado, pensar em grupo, a fim de tornar o local de trabalho um ambiente amistoso, sentindo que todos estão em sintonia buscando atingir um objetivo único.
Existem hoje disponíveis várias técnicas, filosofias e conceitos que fazem com que as pessoas tenham seu desenvolvimento pessoal e com isso refletindo no seu grupo de atuação. Esses métodos além de trazer um equilíbrio mental, físico, emocional e espiritual passam a ser um diferencial, pois uma pessoa equilibrada é aquela que consegue em meio as turbulentas confusões do dia a dia tomar a melhor decisão sem estar envolvida pela aparente pressão existente.
Sendo assim, tome uma atitude de ser uma pessoa melhor, diga bom dia ao chegar, ofereça ajuda, seja prestativo, tome atitudes pensando no todo e você verá que com o tempo essa harmonia será o ponto chave para atingir uma competitividade sadia.
“Sabe-se também que a sociedade civil está engajada nas questões sociais, sendo a sua participação de fundamental importância para o bem-estar social. Sem esta participação, com certeza, a situação social estaria extremamente agravada.
Pensando assim, as empresas, cada vez mais, deveriam incorporar a responsabilidade social na gestão dos seus negócios, beneficiando não apenas a si, mas à toda uma sociedade através de projetos sociais.”
Acho que nem é bom mencionar a competitividade “não sadia”, como o próprio termo já diz, é “não sadia”.
Tome uma atitude só depende de você.

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Ângela Renata de Paula Ribeiro
Iniciou sua carreira como professora infantil em escolas particulares e na rede pública por 16 anos, atuando também como Orientadora de Saúde, ajudando comunidades carentes. Hoje atua como Psicóloga Clínica Junguiana, Orientadora Vocacional e Terapeuta Interdisciplinar Holística de Base.
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Ângela Renata de Paula Ribeiro, teve seu primeiro contato com a Terapia Prânica em 1996 na qual realizou com sucesso todos os cursos desta Terapia e hoje é praticante ativa das técnicas e meditações.
No entanto ela tinha um sonho que pôde ser realizado através de Anita J. Bidoul (uma das representantes de Master Choa Kok Sui no Brasil e Perú e presidente da APHB), que era estender os conhecimentos da Terapia Prânica para crianças a partir do nível escolar, tentando assim, ajudá-las a serem mais felizes.
Ela então inicia o projeto piloto que há muito tempo vinha sendo elaborado, “a criação de uma Escola Infantil da Terapia Prânica”, com bases voltadas para a construção de caráter da criança, através dos ensinamentos de Master Choa Kok Sui.
Com a ajuda de vários colaboradores, ela trabalha em cima do objetivo proposto, explanando as noções básicas sobre o corpo energético de uma forma segura e enriquecedora, tentando conscientizar as crianças sobre a importância do lado espiritual de cada um de nós, isso tudo sem enfocar nenhuma religião, já que as crianças possuem diferentes religiões e crenças.
A Escola já está no seu segundo ano de funcionamento e tem um futuro muito promissor uma vez que ela complementa os estudos básicos das crianças (alfabetização) de um modo indireto, mostrando caminhos para que elas tenham melhores resultados na escola e na vida cotidiana.
“Como resultado, já podemos observar o quanto estas crianças tornaram-se mais responsáveis e conscientes da sua importância de um modo geral perante o nosso planeta, para assim tornar-se um bom cidadão”.
Atuando como diretora e professora da “Escola Infantil de Terapia Prânica – PÉROLA AZUL”, ela comenta de que forma podemos ajudar a construir um mundo melhor:
“Todos nós somos úteis e podemos ajudar várias pessoas, instituições, ong’s, associações, podendo ser no anonimato ou não, enfim, o mais importante é se doar de corpo e alma, pois às vezes num simples sorriso, palavras ou ações, podemos mudar tudo na vida do próximo. Aprendi que precisamos plantar a semente para que ela possa florescer, é isto que faz a diferença. Doação é ser útil para a pessoa certa no momento exato, é agir com o coração praticando o verdadeiro amor incondicional, é permitir que outras pessoas sejam felizes, pois assim com certeza seremos mais fortes, saudáveis e muito, muito felizes.”

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Cristiana Arcangeli
Personalidade de sucesso, internacionalmente conhecida pela iniciativa, ousadia e inovação no mundo dos negócios. Empresária e presidente da PH) Arcangeli (importadora de cosméticos e perfumes) e colunista da revista Vogue, foi idealizadora do Phytoervas Fashion e é apresentadora do Radio Fashion, na rádio Eldorado, e do Programa Manual, na TV. Preocupada com as causas sociais, suas iniciativas também se estendem a uma atuação marcante como cidadã. |

Responsabilidade social é um termo que cada vez mais temos ouvido falar e cada vez mais necessária para as organizações que querem criar vínculo com o seu consumidor, fortalecer sua imagem de marca e atuar como empresas-cidadãs.
A responsabilidade social é diferente da filantropia, porque ela ajuda a comunidade a tornar-se auto-sustentável e a se desenvolver, e é nisso que eu acredito! E já que estamos justamente no período logo pós duas importantes semanas de moda – a São Paulo Fashion Week, que terminou no dia 22 de junho, e a Fashion Rio, que vai até 30 de junho –, vale citar alguns exemplos maravilhosos nesta área, que têm dado grande resultado!
Temos visto vários exemplos bem-sucedidos, como a Coopa Roca (Cooperativa de Trabalho Artesanal e de Costura da Rocinha), que conseguiu sair do anonimato direto para as passarelas, na edição passada da Fashion Week, graças ao patrocínio da C&A, que promoveu o desfile, e sob a coordenação do estilista Marcelo Sommer. O Projeto Recicla Jeans é outro que está dando certo – ele nasceu na ONG Florescer, em parceria com a Prefeitura de São Paulo e a Unesco, e ajuda a comunidade de Paraisópolis (uma das mais carentes de São Paulo) com um projeto de formação profissional para os jovens. Tudo isso, a partir da iniciativa da estilista Nádia Bacchi, fundadora da entidade.
Uma empresa pode ser socialmente responsável de diversas formas e em várias áreas. E aí temos outros bons exemplos: a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, o Instituto de Defesa do Consumidor, o Greenpeace, a Fundação Kellogg, o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, etc..
Eu também tenho a minha experiência e uma história pra contar. Em 1994, criamos a Fundação Phytoervas de Proteção ao Índio Brasileiro, uma instituição sem fins lucrativos que tinha 5% do resultado das vendas dos produtos da linha PhytoIndian – à base de ingredientes utilizados pelas culturas indígenas – destinados ao desenvolvimento de projetos de preservação de sua própria cultura.
Quando a criamos a fundação o objetivo era retribuir a essa comunidade todo o conhecimento que ela tinha passado para a nossa cultura sobre ervas, corantes e produtos naturais. A forma de fazer isso foi desenvolver atividades de resgate da tradição indígena e buscar parcerias que pudessem levar a essas comunidades, técnicas e conhecimento sobre atividades auto-sustentáveis, como por exemplo, a implantação de um apiário em suas próprias aldeias.
A Fundação ajudava com o suporte técnico e com recursos. Também investimos no patrocínio do livro “Todas as vezes que dissemos adeus”, do índio Kaka Werá Jecupé, e em três exposições sobre a cultura indígena. Infelizmente a empresa que adquiriu em 1998, a Phytoervas, patrocinadora da entidade, não deu seqüência a este projeto.
Mas, ainda assim, eu acredito que hoje, as empresas estão voltando mais a sua atenção para o terceiro setor e entendendo que investir em projetos sociais é investir na própria marca. Afinal, ser socialmente responsável é ser um verdadeiro cidadão.

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